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Publicações

  • O Candeeiro - Boletim com a Experiência do Banco de Sementes

    O Candeeiro Ano 11. nº 2304

    Famílias se organizam em Associação com a implementação do Banco de Sementes - O cuidado das sementes é historicamente realizado pelas mãos das mulheres, e assim se reflete no município de Solidão. Conheça a sua história, clique aqui.

    • Boletim Ô de Casa – Abril de 2017

      Chegou a versão online do Boletim Ô de Casa que traz nesse número a força das diferentes formas de resistências das mulheres na cidade e no campo. 

       
       
       

      • Para entender um pouco sobre a Economia Feminista

        Texto de apoio para formações sobre Economia Feminista. Por Graciete Santos, socióloga e coordenadora geral da Casa da Mulher do Nordeste.

        Leia o texto completo:
        https://issuu.com/cmnordeste/docs/economia_feminista

        • Onde estão as mulheres neste governo interino?

          Artigo de Opinião de Emanuela Castro, jornalista e comunicadora da Casa da Mulher do Nordeste sobre as políticas públicas para as mulheres no governo Temer. Publicado no Informes da ABONG 2016.

          Leia o artigo completo:
          https://issuu.com/cmnordeste/docs/artigo_onde_est__o_as_mulheres_nest

          • Conheça a Casa da Mulher do Nordeste

            Informações a respeito da atuação da Casa da Mulher do Nordeste em Pernambuco.

            Veja nosso portfólio:
            https://issuu.com/cmnordeste/docs/relat__rio_institucional

            • Os Quintais Produtivos e as Mulheres: Espaços de Construção de Autonomia e Transição Agroecológica

              O presente artigo pretende analisar, desde uma perspectiva de gênero, a experiência de quintais produtivos protagonizados por mulheres em um contexto da agricultura camponesa no sertão do Pajeú no Estado de Pernambuco, tendo como foco os processos da organização do trabalho produtivo e reprodutivo no interior da família. Partimos do pressuposto que os processos vivenciados pelas mulheres nos quintais produtivos constituem-se em espaços de construção de autonomia das mulheres e de transição agroecológica. Por Graciete Gonçalves dos Santos, Socióloga, coordenadora geral da Casa da Mulher do Nordeste e pós-graduanda no curso de Convivência com Semiarido na perspectiva da Segurança e Soberania Alimentar e Agroecologia na UFRPE.

              Leia o artigo completo: 
              https://issuu.com/cmnordeste/docs/graciete_tcc_vers__o_final_1_corrig
               

              • MULHERES E AGROECOLOGIA: fogão agroecológico uma tecnologia de convivência com o Semiárido

                Esse artigo tem como objetivo apresentar os benefícios do fogão agroecológico para as mulheres do Assentamento Carnaúba do Ajudante, em Serra Talhada, no sertão do Pajeú, estado de Pernambuco. A tecnologia de convivência com o Semiárido adotada pela Casa da Mulher do Nordeste por meio do Projeto “Mulheres na Caatinga” proporcionou a construção de fogões na perspectiva de diminuir a retirada de lenha do bioma Caatinga. Entretanto, essa tecnologia contribuiu para além das questões ambientais, seus benefícios colaboram para melhorar a vida cotidiana das mulheres. A metodologia utilizada neste artigo foi baseada no método qualitativo de modo que buscou as informações a partir de entrevistas estruturadas. A análise dos dados permitiu evidenciar a importância do fogão agroecológico na economia de lenha e no tempo para cozinhar, além da melhoria nas condições do trabalho doméstico. Por Núcleo de Estudos, Pesquisa e Práticas Agroecológicas do Semiárido (NEPPAS) da UFRPE.

                Leia o artigo completo:
                https://issuu.com/cmnordeste/docs/artigo_fogao_agroecologico_neppas

                • Mulheres na Caatinga: detentoras de saberes e cuidadoras da agrobiodversidade no Sertão do Pajeú

                  As mulheres rurais exercem um papel fundamental a nossa sociedade. Seu trabalho produtivo, reprodutivo, do cuidado e do bem estar da família, são atividades essenciais para a sobrevivência e reprodução das famílias do campo. Apesar da importância do seu trabalho, as características intrínsecas da agricultura familiar – a cultura patriarcal, classista e latifundiária, acarretam na invisibilidade e na desvalorização do trabalho produtivo, doméstico e de cuidados das mulheres na ordem familiar. Assim, o presente estudo tem como objetivo apresentar o projeto “Mulheres na Caatinga” enquanto ação da Casa da Mulher do Nordeste (CMN) em parceria com o Núcleo de Estudos, Pesquisa e Práticas Agroecológicas do Semiárido – NEPPAS/UAST/UFRPE a fim de visibilizar o conhecimento tradicional das mulheres rurais e quilombolas acerca do bioma Caatinga. Desta forma, o estudo se deu em cinco grupos de mulheres localizados nos municípios de Mirandiba, Santa Cruz da Baixa Verde, e Triunfo, no Sertão Pajeú.

                  Leia o artigo completo:
                  https://issuu.com/cmnordeste/docs/mulheresnacaatinga

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